Na última terça-feira, dia 27, o Rotary Club de Curitiba Oeste comemorou o Dia dos Avós, que contou com a participação dos cônjuges, netos e principalmente avós, em divertido e emocionante congraçamento.
O EGD 85/86 Paulo de Tarso fez a palestra em Homenagem aos Avós e foi agraciado com Certificado de participação pelos Avós, EGD 76/77 Companheiro Ivo Arzua Pereira e esposa Maria Helena.
A reunião trancorreu em clima de muito Companheirismo e descontração. A EGD 2007/2008, Companheira Ilma Brandalize Machado, durante a oração ecumênica também fez sua homenagem ao Avós, a qual segue transcrita abaixo:
Homenagem aos Avós
Avós são o máximo!
Perguntaram a uma menina de nove anos o que ela gostaria de ser quando crescesse.
Ela respondeu: - Eu gostaria de ser avó!
Ao ser interrogada sobre o porque dessa idéia, ela completou: Porque os avós escutam, compreendem.E , além do mais, a família se reúne inteirinha na casa deles.
E a menina continuou:
Uma avó é uma mulher velhinha que não tem filhos. Ela gosta dos filhos dos outros.
Um avô leva os meninos para passear e conversa com eles sobre pescaria e outros assuntos parecidos.
Os avós não fazem nada, e por isso podem ficar mais tempo com a gente.
Como eles são velhinhos , não conseguem rolar pelo chão ou correr. Mas não faz mal. Levam-nos ao shopping e nos deixam olhar as vitrines até cansar.
Na casa deles tem sempre um vidro com balas e uma lata cheia de suspiros. Eles contam histórias de nosso pai ou nossa mãe quando eram pequenos, histórias de uns livros bem velhos com figuras lindas.
Passeiam conosco mostrando as flores, ensinando seus nomes, fazendo-nos sentir seu perfume.
Avós nunca dizem “depressa, já prá cama” ou “se não fizer logo vai ficar de castigo”.
Quase todos usam óculos e eu já uns tirando os dentes e as gengivas.
Quando a gente faz uma pergunta, os avós não dizem: “menino, não vê que estou ocupado”? Eles param, pensam e respondem de um jeito que a gente entende. Os avós sabem um bocado de coisas. Eles não falam com a gente como se fossemos bobos. Nem se referem a nós com expressões tipo “ que gracinha” como fazem algumas visitas.
O colo dos avós é quente e fofinho, bom de a gente sentar quando está triste. Todo mundo deveria tentar ter um avô ou uma avó, porque são os únicos adultos que têm tempo para nós.
Agradecimentos especiais aos EGDs participantes da homenagem e a cônjuge Maria Helena pela preciosa colaboração.
Parabéns a todos os Avós.