
Os Companheiros já devem ter reparado no modismo das pulseiras coloridas de silicone que se evidencia nos braços de crianças, adolescentes e jovens, tanto meninos como meninas – ou até mesmo adquirido esse acessório para uso de seu filho. O adereço, aparentemente inocente, traz um código de conotação sexual que pode estar passando despercebido por seu filho, confundido na utilização do objeto, e pelos senhores.
O uso do adereço está ligado a um jogo – o Snap –, iniciado na Inglaterra, no qual cada cor de pulseira corresponde a uma ação, que vai desde um abraço até o ato sexual. O objetivo do jogo é romper a pulseira do colega, o que sugere a realização da ação correspondente à cor da pulseira arrebentada.
Devemos dar total atenção com relação ao uso que seu filho possa estar fazendo de tal objeto. Muitas crianças e adolescentes desconhecem o significado implícito nessas simples pulseiras e, por isso, podem acabar envolvidos em um jogo constrangedor, o qual esses estudantes não têm maturidade para compreender.
Cabe às famílias decidir sobre o uso ou não desse objeto. No entanto, sugerimos que, caso os senhores autorizem seu filho/neto a utilizar as pulseiras, certifiquem-se de que ele seja devidamente orientado a respeito dos transtornos que o objeto pode causar.
Neste momento, cabe aos Companheiros pais garantir que os jovens tenham informações adequadas a respeito dessa situação e que recebam orientações sobre a maneira correta de portar-se diante desse modismo.
Para que os Companheiros tenham acesso a mais informações, indicamos que acessem à matéria veiculada pela Rede Paranaense de Televisão, clicando aqui.
texto adaptado de carta enviada aos pais de alunos de uma Escola da Capital Curitibana